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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Aprendendo a AMAR'


 


Talvez seja tão simples;Tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar ...

Aprendam a fazer bonito o seu amor'

ou fazer o seu amor ser ou ficar o mais bonito...

Aprenda apenas a tao dificil arte de AMAR BONITO "

Gostar é tão facil que ninguem aceita aprender ...


Tenhu visto muitos amor por ai ; - Amores mesmo ...

BRAVIOS ... GIGANTESCOS ... DESCOMUNAIS ... PROFUNDOS ... SINCEROS ... CHEIOS DE 

ENTREGA ... DOAÇAO E DÁDIVA"" =)

Mas esbarram na dificuldade de se tornar bonitos.

Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção.
 

Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.

Aí, esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais, de repente se percebem 

ameaçados e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem,   

rotinizam,descuidam, reclamam, deixam de compreender, necessitam mais do que 

oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões.

Sim, de razões.

Ter razão é o maior perigo no amor.

Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, 

equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um 

momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira!!!

Ter razão é um perigo: em geral, enfeia um amor, pois é invocado com justiça, mas na 

hora errada.

Amar bonito é saber a hora de ter razão. Ponha a mão na consciência. Você tem certeza 

de que está fazendo o seu amor bonito? 
 
De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do 

encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não.  

Cheio ou cheia de razões, você separa do amor apenas aquilo que é exigido por suas 

partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor 

tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer.  

Quem espera mais do que isso sofre e, sofrendo, deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa 

de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito. Não 

tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia.
 
Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. 

Saia cantando e olhe alegre. Recomenda-se: encabulamentos, ser pego em flagrante 

gostando, não se cansar de olhar e olhar, não atrapalhar a convivência com teorizações, 

adiar sempre se possível com beijos 'aquela conversa importante que precisamos ter', 

arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama, toda 

atenção é sempre pouca. 

Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível. Quem 

ama bonito não gasta tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter. Não teorize 

sobre o amor ; APENAS ame.

 Siga o destino dos sentimentos aqui e agora. Não tenha medo exatamente de tudo o que 

você teme, como: a sinceridade, abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor 

que sente; não dar certo e depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito).  

Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabiamente 

eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, 

exatamente aquele você que a vida impede de ser.


Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs. Falando besteiras, mas criando 

sempre.
 

Gaguejando flores.

Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil. Revivendo os caminhos que intuiu em criança. Sem medo de dizer eu quero, eu estou com vontade. Deixe o seu amor ser a mais verdadeira expressão de tudo que você é.  

Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto.

Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma do amor: Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide de você.
Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.

 
By: Rehnan Gellar Mc'gowan '

 


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